O mercado de turismo em 2026 não é mais o mesmo de alguns anos atrás. Se antes a busca por destinos “instagramáveis” e roteiros padronizados dominava as prateleiras, hoje o cenário é outro. O viajante contemporâneo amadureceu, tornando-se mais consciente, exigente e, acima de tudo, em busca de propósito. Mas o que isso significa para os profissionais e empresas do setor?

A mudança não foi apenas no comportamento do consumidor, mas na própria régua de sucesso dos negócios turísticos. Neste novo panorama, três expertises emergem como pilares indispensáveis para quem deseja não apenas sobreviver, mas liderar a transformação do turismo no Brasil.

1. Capacidade de medir impacto: do discurso aos dados

Em 2026, o mercado não aceita mais o “greenwashing”. A transparência é a moeda de troca mais valiosa. Empresas e destinos precisam demonstrar, com dados concretos, como suas operações impactam o meio ambiente e a sociedade.

A expertise em mensuração de impacto envolve entender indicadores de ESG (Ambiental, Social e Governança) aplicados à realidade do turismo. Não se trata apenas de contar quantos hóspedes passaram por uma pousada, mas de medir a redução da pegada de carbono, a gestão de resíduos e, crucialmente, o retorno social gerado para a localidade.

2. Desenho de experiências autênticas conectadas ao território

O turista de 2026 foge do óbvio. Ele busca o que chamamos de “Slow Travel” e “Deep Travel”: viagens que permitem uma imersão verdadeira na cultura local. A expertise aqui reside na capacidade de desenhar roteiros que não “inventam” atrações, mas que revelam a alma do território.

Criar uma experiência autêntica exige técnicas específicas para identificar saberes locais, histórias não contadas e modos de vida que já existem. É transformar o cotidiano de uma comunidade em um encontro significativo, respeitando o tempo e a identidade do lugar e, ao mesmo tempo, encantando o turista.

3. Trabalho com comunidades no centro da gestão (TBC)

A maior mudança de paradigma em 2026 é o papel das comunidades locais. Elas deixaram de ser meras “anfitriãs” ou “cenário” para se tornarem protagonistas da gestão. O Turismo de Base Comunitária (TBC) consolidou-se como o modelo mais resiliente e justo.

Saber trabalhar com comunidades exige domínio de metodologias participativas. É preciso entender como facilitar processos onde a decisão sobre o turismo parte de quem vive no território. Essa expertise garante que os benefícios econômicos sejam distribuídos de forma equitativa e que a cultura local seja fortalecida, não mercantilizada.

O futuro é agora

As tendências para 2026 apontam para um caminho sem volta: o turismo será responsável ou não será. A pergunta que fica para você, profissional do setor, é: sua bagagem está atualizada para esses novos desafios?

O Instituto Vivejar continua sua missão de acelerar essa mudança, oferecendo o conhecimento necessário para que você seja um agente dessa transformação. Vamos juntos construir o turismo do futuro?

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